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Inverno 2018 – Preview

Elegemos o estilo Esportivo Chic como tema da coleção de Inverno 2018 da Sonho Mágico.
A coleção que promete aquecer seu inverno, traz combinações de cores distintas entre bases e estampas,
mas que juntas completam hamoniosas composições.
Para isso a estampa digital surge como uma ferramenta tecnológica que enriqueceu as cores e texturas,
trazendo realismo aos prints com design autêntico.

Marcando presença nas composições, também iremos ver nessa estação:

detalhes de pelúcia, pompom

Lurex

acabamentos com tecidos pliçados e suede

tecidos matelados

Tons terrosos, vermelho, marinho, mescla, bordô, rosê, verde e tons denim fazem parte do pantone da
estação.

Jeans com gramatura leve e toque macio continuam presentes

Para as meninas, composições de looks personalizados, mesclando a delicadeza e o romantismo dos
detalhes a estampas e texturas contrastantes, resultando um olhar contemporâneo do efeito Sporty Chic.
No universo masculino a pegada Street Style tem forte influência destacando um estilo urbano, despojado
e moderno, que já é característica registrada da Sonho Mágico.

Tickets na mão, o jogo vai começar!
Nosso time vai entrar em campo!
A torcida já está preparada para o Inverno 2018?

 

http://www.sonhomagicomodabebe.com.br/

As coisas que as mães sentem após o parto.

O pós-parto é um momento turbulento de adaptação para mãe e bebê. As mudança somadas à privação de sono e os hormônios do puerpério fazem com que nós, mulheres, tenhamos sentimentos confusos sobre aquilo que deveria ser o momento mais feliz de nossas vidas. Conheço mulheres que planejaram por anos terem filhos e, de repente, se encontram pensando “por que eu quis isso mesmo?”.

A boa notícia é que esses pensamentos são mais comuns do que a gente imagina. Mas se fala pouco sobre o tema porque muita gente se sente mal em verbalizar esses sentimentos: 1. por medo do julgamento e 2. porque a gente não consegue entender muito bem de onde ele vem. E verbalizá-lo parece que o tornará real.

Mas, porque sofremos caladas, acabamos levando outras mulheres a sofrerem por acharem que são as únicas nesse turbilhão de sentimento tão feios. Mas ninguém está sozinha nessa.

Então, se você é uma mãe de recém-nascido e tem se pegado pensando coisas que parecem ruins, tenho três recados para você:

1. Não é o seu coração falando. São os hormônios + a privação de sono. O seu amor não é medido pela presença ou ausência desses pensamentos.

2. Esses pensamentos se tornarão cada vez menos frequentes à medida que você se adaptar melhor à rotina que a chegada do bebê trouxe a você.

3. Se você se sentir presa nos pensamentos negativos sem achar forças para sair deles, procure ajuda médica.

Alguns dos pensamentos comuns à maioria das mulheres após o parto

– Por que eu quis ser mãe? O que eu fui fazer? Minha vida nunca mais será a mesma.
Você quis ser mãe porque é maravilhoso. E a sua vida nunca mais será a mesma de verdade. Vai ser melhor! Você vai aprender a lidar com toda essa rotina louca e diferente. Mas principalmente, vai aprender a amar essa rotina louca e diferente. Além do mais, logo essas crianças crescem e você volta para a agenda que a vida com filhos não poderia ter.

– Será que estou fazendo tudo errado mesmo? Já que todo mundo tem um palpite melhor para dar?
Os palpites sempre vão aparecer de todos os lados. Eles podem até ajudar, mas cabe a você avaliar o que acha relevante. O bebê é seu, você tem a capacidade de cuidar dele. Acredite mais em você! 

– Será que é normal ele chorar tanto?
Bebês choram e a gente fica meio desesperado quando acontecem as primeiras crises. É normal! Colo, carinho, amor e leite materno tendem a ser o melhor remédio. E mesmo assim o choro pode durar bastante. Vai dar tudo certo! Se algo parecer muito errado para você, procure o médico.

– Quero chorar!
Todas nós queremos – e choramos – muitas vezes. Quando estamos no banho, deitadas na cama, no quarto amamentando. A gente chora o cansaço, as dúvidas, as dores… E chorar faz bem!

– Não sei se já amo com todo aquele amor que as pessoas falam
Talvez você olhe para o seu bebê e pense “ok, eu o amo. Mas não entendi ainda esta história de incondicional e incomparável”. É normal. O amor vai crescer ao longo do tempo. Acontece com muitas pessoas!

– Não vou dar conta
Por mais que pareça que não, acredite: você vai dar conta, sim! Ser mãe te mostrará que você é mais forte do que jamais imaginou. Tem dias que você vai pensar “eu estou tão cansada que, se ele chorar de madrugada, eu não vou conseguir levantar” e mesmo assim você acordará e dará de mamar.  Quando você achar que chegou ao limite das suas forças, da sua paciência, da sua capacidade, verá que pode ir mais além, mesmo que seja difícil, você vai conseguir!

Fonte: Mel Moro

https://maternidadesimples.com.br/coisas-as-mae-sentem-apos-o-parto/

A primeira vez do bebê na praia

Existe uma idade ideal para levar a criança para a praia pela primeira vez?
A recomendação é a mesma entre especialistas: a partir de 6 meses. “Nessa idade, a criança já pode passar protetor solar e têm a imunidade mais forte. Mesmo assim, é preciso tomar uma série de precauções”, alerta Seomara Catalano, dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Em pesquisa realizada na página do Facebook da CRESCER, 39% das mães levaram os filhos para conhecer o mar na idade recomendada, 6 meses e 1 ano. Mas como vivemos em um país tropical e nem sempre conseguimos esperar – como foi o caso de 28% das mães que responderam à nossa enquete – os cuidados precisam ser redobrados (mais dicas ao longo da reportagem). Já 24% das entrevistadas esperaram até o bebê completar 1 ou 2 anos para levá-lo à praia, enquanto 9% foram mais pacientes e deixaram passar dos 2.

Quais são as vantagens de levar o bebê para a praia?
Além de estimular a criança descobrir novas texturas (como a da areia e a da água do mar), o passeio permite que ela entre em contato com a natureza e que interaja com a família. “É um momento de socialização, em que o bebê vai conhecer animais, outras crianças, novas atividades. É um excelente estímulo para seu desenvolvimento”, defende Seomara.

O tipo de areia faz diferença para o bebê? 
Aquela areia mais branca e mais fina arranha menos a pele fina da criança, mas, se entra na fralda, e o atrito é maior. “Assim que a brincadeira acabar, troque o bebê para evitar irritações, assaduras e qualquer tipo de contaminação”, sugere Seomara. E, por falar em contaminação, é importante lembrar que a areia pode esconder outros perigos. “Os ovos e larvas causadores de bichos geográficos, presentes em fezes de animais estão presentes justamente na areia seca, onde as crianças adoram ficar”, alerta Seomara. Portanto, leve-o para brincar um pouco na areia úmida, que oferece menos riscos.

Posso entrar no mar com o meu filho?
Sim, desde que a água não esteja extremamente fria e seja limpa (pelo menos sem lixo aparente, afinal, é impossível saber com certeza se é totalmente limpa a olho nu). “Brinque à vontade com o seu filho no mar, mas evite que ele engula água”, recomenda a pediatra Filumena. Vale redobrar a atenção quando o mar estiver muito agitado.

Qual é o melhor horário para a criança ficar no sol?
De preferência, entre 6 h e 10 h e depois das 16 h – os mesmos intervalos indicados para adultos. Mas não exagere: dificilmente o bebê vai se sentir à vontade por tanto tanto tempo sob o sol. Use a sua sensação como referência.

E como proteger a pele do bebê?
Quanto menor for a exposição do seu filho, menor será o risco de queimadura. “Até os 3 anos, a criança toma pouco sol: 15 minutos de manhã e 15 minutos à tarde. Mais do que isso e fora dos horários indicados, é necessário entrar com um protetor solar mais forte, acima de 30”, diz a pediatra Filumena Gomes, da Faculdade de Medicina da USP. Existem filtros infantis, com fórmulas feitas especialmente para a pele da criança. Vale lembrar que o uso só é recomendado para bebês depois dos seis meses.

“Verifique se o protetor é físico, pois ele reflete a radiação e não absorve componentes químicos”, diz Seomara. Como a pele do bebê é fininha, vale apostar em camisetas de manga longa com proteção UV ou, então, de algodão – mesmo que você já tenha aplicado o filtro. “Quanto mais fechada for a trama do tecido, mais segurança trará para a criança”, indica a dermatologista. E como proteção nunca é demais, saiba que a roupa molhada perde 30% da capacidade de proteção contra radiação solar. Portanto, tenha algumas trocas de roupa para o bebê na bolsa.

Mesmo com filtro e camiseta, ainda vale chamá-lo para ficar embaixo do guarda-sol de vez em quando. Parece exagero, mas pense em quantos anos de sol seu filho ainda terá pela frente. E atenção na escolha do guarda-sol: nem todos estão, de fato, protegendo a sua família. “Os de nylon não servem para nada. Para saber se ele é bom mesmo, veja se está escuro embaixo dele”, diz Seomara.

Check-list da bolsa do bebê para a praia

Antes de sair de casa, tenha certeza de que a mala está completa:

Toalhas: Sim, no plural. Leve uma para deitar ou sentar o bebê (e para que ele brinque em cima) e outra, caso você precise secá-lo.

Fraldas específicas para praia e piscina: Fraldas normais encharcam quando entram em contato com a água, perdem a capacidade de absorver o xixi e deixam o bebê desconfortável.

Lenços umedecidos: Pode ajudar a tirar a areia que entra na fralda, além de ser usado para limpar as mãos, rosto e boca do bebê e também para higienizar a mama antes de amamentar.

Chapéu: Alguns especialistas defendem que o boné protege ainda mais do que o protetor solar! De toda maneira, o ideal é aliar os dois.

Maiô ou sunga de cor vibrante: Um segundo de distração é o suficiente para perder uma criança de vista. Por isso, vestir o seu filho com um tom forte é uma boa forma de identificá-lo caso ele decida sair engatinhando ou andando pela praia.

Troca de roupa: Vale ter algumas camisetas e peças extras na bolsa, caso a do seu filho molhe ou suje.

Brinquedos: Seja para brincar na areia ou para se distrair em cima da toalha, ajudam a entreter o bebê.

Piscina inflável pequena: Se achar que o seu filho não está pronto para a experiência completa da praia, mas não quer que ele perca a diversão, leve uma piscininha, encha-a com água da ducha mais próxima e coloque-a debaixo do guarda-sol. Não se esqueça do protetor solar, ok?

Alimentos: Leve o que ele está acostumado a comer, desde que sejam bem fresquinhos e nada cítricas, para não correr o risco de manchar a pele. “A cenoura e o mamão são ricos em betacaroteno, que estimula o sistema imunológico e aumenta a proteção natural da pele”, diz Seomara.

Líquidos: hidratação precisa ser constante, por isso ofereça água e água de coco o tempo todo! Sucos de frutas e chás de camomila e erva doce frescos também são bem-vindos. Leve as bebidas dentros de um isopor debaixo do carrinho. A amamentação, é claro, está liberada.

Filtro solar: O seu protetor solar não pode ser o mesmo que o do bebê. Se ele tiver mais de 6 meses, escolha um produto específico para crianças, de preferência físico.

Repelente: Dependendo do destino, o produto contra insetos é fundamental. Mas, segundo especialistas, assim como o protetor solar, o ideal é passar apenas em bebês com mais de 6 meses por causa das substâncias químicas. “Evite locais que já são conhecidos por terem maior concentração de mosquitos, pernilongos e borrachudos e aposte nas calças e blusas com mangas compridas”, sugere Filumena.

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Familia/Viagem-e-Ferias/noticia/2016/12/primeira-vez-do-bebe-na-praia.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=post

Árvore de Natal de Parede

Já montou sua árvore de Natal?
Essa data tão mágica está se aproximando e por onde passamos, nos deparamos com  lindas e grandiosas árvores e decorações Natalinas.  Mas com os bebês pequenos em casa, sabemos bem
que uma árvore pode ser arriscado. Tantas luzes e cores despertam totalmente o instinto das crianças de querer pegar, e aí o perigo está armado!

Então para quem ainda não montou sua árvore de Natal, confira essa seleção de imagens de inspiração.
São lindas e alternativas árvores de Natal que são montadas na parede que além de charmosas, são simples de fazer e não custam quase nada.

Confira:

Essa primeira opção, é a árvore de feltro. A base é em feltro e os elementos também. Com esse material dá para colocar a criançada para ajudar a decorar.

Varetas de bambú ajudam a criar a base da árvore, que pode ser decorada com diferentes elementos, deixando a árvore com estilo rústico.

E que tal aproveitar a tarde de folga das crianças para brincar fazendo a árvore de natal! Escolha tinta anti-alérgica, uma base de quadro para pintura em tela e com as mãos molhadas de tinta desenhar a árvore. Essa é criativa, divertida e personalizada.

Para quem não abre mão das luzes, faça marcações com preguinhos na parede e faça o contorno da árvore com o pisca-piscas. 

Essa é tão especial que ninguém vai querer desmontar! Selecione as fotos da família e vá colando na parede no formato da árvore de natal. Finalize com a estrela!

Apenas com colagens e alguns elementos natalinos. Dá para adicionar pequenas lembranças do nascimento, chá de bebê, e tantos objetos que marcam história para o bebê e para a família.

Com tanta opção bacana, garanto que você se inspirou em criar a sua não é?! Vamos lá mamães criativas, soltar a imaginação, revirar as gavetas, vamos brincar e trazer o espírito Natalino para nossa casa.

Primeiros Dentes do Bebê

Os nascimento do primeiro dente de um bebê é um acontecimento que jamais se esquece. Normalmente, pode aparecer por volta dos seis meses de nascimento e coincidir com as mudanças na alimentação.

Os dentes de leite são muito importantes por vários motivos, pois os dentinhos do bebê auxiliam na alimentação da criança, no desenvolvimento da fala, no desenvolvimento dos ossos da face e na estética da criança. Mesmo assim, temos que considerar algumas variações.

Os primeiros dentes do bebê

Dentes do Bebê

Existem bebês que chegam a nascer com algum dente. Assim como existem outros que têm que esperar até os 12 meses para aparecer algum dentinho. Os pais devem estar atentos à dentiçao dos bebês e informar ao pediatra qualquer alteraçao que exista. Quando um dente está para nascer, se pode observar um pequeno nódulo de cor pálida na gengiva do bebê.

Quando sairá o primeiro dente no bebê é uma das dúvidas de muitas mães. Geralmente os primeiros dentinhos aparecem à partir dos 6 meses. Os primeiros dentes do bebê são chamados de incisivo central inferior. Não é muito difícil de perceber quando os dentes do seu filho vão aparecer, o primeiro sinal é reparar na gengiva, ela fica mais inchada e avermelhada, o bebê também saliva mais que o normal, e ele fica bastante inquieto querendo morder tudo o que vier pela frente.

Isso acontece porque o bebê sente uma coceira incômoda na gengiva, então ele sente necessidade de morder alguma coisa, existem no mercado diversos mordedores para ajudar nessa fase dos dentes do bebê, inclusive tem mordedores especiais com água dentro, que no calor você pode deixar na geladeira e dar para o seu bebê morder, com o mordedor geladinho ajuda bastante a aliviar a coceira da gengiva do bebê.

Até os 3 anos de idade, de uma forma geral, a criança já terá 20 dentes de leite, que são os 10 dentinhos do maxilar superior e os 10 dentinhos do maxilar inferior.

Fonte: https://br.guiainfantil.com/saude/70-higiene-bucal/206-ordem-de-nascimento-dos-dentes-de-leite.html

Ter cachorro em casa tornará seu bebê mais saudável, descobriu estudo

Um estudo da Universidade de Alberta, no Canadá, descobriu que as famílias que possuem cães em casa têm bebês mais saudáveis. Os pesquisadores analisaram mais de 700 mães e seus bebês por um período de alguns anos. Os pesquisadores examinaram se esses pares mãe-bebê também viviam em casas com animais de estimação que estavam presentes durante os primeiros três meses da vida da criança.

cachorro

Benefício de ter pet em casa para o bebê

O estudo acompanhou 746 crianças e suas mães por quatro anos, observando se tinham ou não um animal de estimação durante o segundo ou terceiro trimestre de gestação, bem como aproximadamente três meses pós-parto.

Após essas informações, verificaram a saúde intestinal de todos os bebês e compararam os resultados dos que foram expostos a animais de estimação durante a gravidez e logo após o nascimento, e aqueles que não foram. Os pesquisadores analisaram o cocô dos bebês e encontraram dois tipos muito úteis de bactérias intestinais.

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Estes bebês que conviviam com animais domésticos (70% dos quais eram cães) tinham uma riqueza das boas bactérias, Ruminococcus e Oscillospira, que estão ligadas a um menor risco de obesidade e doenças alérgicas em crianças.

Os dados também sugerem que se houver um cão presente frequentemente durante toda a gravidez de uma mulher – mas o cão for embora quando a criança nascer – os benefícios ainda estarão lá no bebê.

Fonte: https://www.vix.com/pt/maes-e-bebes/545016/ter-cachorro-em-casa-tornara-seu-bebe-mais-saudavel-descobriu-estudo?utm_source=facebook&utm_medium=manual&utm_campaign=VixBebes

Jeans para Bebês

O tecido denim foi introduzido a vestimenta por Levi Strauss. Originalmente de cor marrom, eram destinados a fabricação de roupas de trabalho devido a resistência e durabilidade. A partir de 1890 Levi decidiu inovar e passou a tingir o tecido com um pigmento natural chamado Indigus, de coloração azul, dando-lhes a cor pela qual o jeans hoje é conhecido. As inovações foram tantas, que o jeans se tornou o tecido mais universal e adorado, é super funcional e item chave no closet.
Atualmente com gramaturas mais leves e toque macio, e o auge dos super powers, possibilitam máximo conforto e movimento, invadindo o universo infantil. Considerado uma peça atemporal e com diversas possibilidades de composições permitem conquistar o estilo desejado com muito chame e atitude.

Confira abaixo uma seleção de lindas e confortáveis opções de jeans para seu baby.
Fiquem ligados em nossa pagina, que ainda tem muito mais vindo por aí. A coleção Doce Diversão está recheada de looks jeans.

Macacão curto e Jardineira Jeans, são as favoritas dos meninos para as tardes de passeio e diversão. O macacão curto possui uma modelagem super descolada que se ajusta no corpo do baby.
A jardineira continua sendo uma das queridinhas da estação.

Jeans

Para sair da maternidade todo trabalhado no jeans, essa manta dupla face combina com vários looks. Claro, sem perder o conforto.
Saída maternidade megatrend para o Baby Sonho.

Jeans

Para as meninas também! Fashion desde a maternidade. A mantinha jeans que é super versátil combinada com esse macacão em malha, que lembra um vestidinho.


Dia 21

E esse macacão curto super power, o máximo de conforto nesse look mega power.

Jeans

Vestidinho com peitinho jeans. O charme do denim com detalhes encantadores, digno de princesa.

Dia 25

Ensaio Gestante Caseiro

Amanhã é o dia da gestante, e nós queremos trazer uma inspiração especialmente para nossas gravidinhas lindas.
Registrar essa fase é algo muito especial, seja para mostrar para os amigos, para o bebê quando estiver crescidinho, ou simplesmente para matar a saudade do barrigão.
É um período muito especial e que merecem registros ainda mais especiais.
Mas nem sempre um ensaio fotográfico profissional pode ser realizado, então vamos compartilhar com vocês essa dica de ensaio simples que pode ser feito em casa e que tem um resultado lindo.
Sabe aquela luz de led ou pisca-pisca que está encaixotada com as coisas de Natal? Tire do armário, chame alguém para fotografar, solte a criatividade e deixe a emoção falar pelas fotos.
Se você for comprar o acessório, opte pela luz de led que não esquenta e você pode fazer vários cliques tranquilamente.
Inspire-se com esses cliques:
Ensaio Gestante Caseiro gestante 1 gestante 2

Filhos se comportam pior quando estão na presença das mães? Um estudo responde!

Comportamento ruim? Birra?
Você até já suspeitava, mas pensou que era apenas uma desconfiança sua a de que seus filhos se comportam pior quando você está por perto? Você não estava tão errada assim. Um estudo realizado pelo Departamento de Psicologia de Washington revelou que as crianças se comportam até 800% pior na presença de suas mães e nos menores de 10 anos, essa probabilidade se duplica para 1600%.

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Como a pesquisa foi feita?

O estudo foi realizado com 500 crianças nas quais se mediu diferentes aspectos típicos do comportamento infantil, tal como choro e birra, entre outros. De acordo com o professor e psicólogo Leibowitz, o que se descobriu através desta pesquisa é que as crianças de cerca de 8 meses podem estar brincando tranquilamente enquanto suas mães não estão, mas no momento em que as vêem há 99% de chance de que chorem ou peçam a atenção imediatamente.

Outro fato que se comprovou foi que 100% das crianças respondem melhor às ordens ou instruções de uma pessoa que não seja sua mãe. As mães tinham de falar mais alto ou com um tom de voz mais sério para que seus filhos parassem de chorar ou passassem a ouvi-las.

Por que isso acontece?

A razão pela qual as crianças se comportam assim quando veem suas mães é porque elas são sua zona de conforto e podem se liberar. É ali onde sabem que podem descarregar as suas emoções e problemas, porque sabem que não há ninguém melhor do que a sua mãe para fazê-las se sentir bem. Talvez elas venham aguentando por horas porque sabem que não podem chorar já que ninguém vai lhes confortar como sua mãe.

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É muito importante notar que este comportamento está longe de ser um sinal de que a criança está sendo mal educada ou a que os pais estão fazendo algo errado. Pelo contrário, isso significa que sua mãe criou um vínculo tão forte que é a única pessoa com quem a criança se sente confortável o suficiente, protegida e segura. Então, se os seus filhos têm esse tipo de comportamento, você tem todas as razões para atestar que você está cumprindo o seu papel de mãe excepcionalmente.

Fonte: http://www.vix.com/pt

15 ensinamentos da Pedagogia Montessori para os pais

A linha pedagógica montessoriana, proposta pela médica e pedagoga italiana Maria Montessori (1870-1952), foi uma das primeiras a inserir questões afetivas na educação. No Brasil, somente no final dos anos 80 este método começou a se popularizar.
Maria Montessori elaborou uma teoria científica do desenvolvimento infantil pautada em um ensino ativo, no qual a criança cria um senso de responsabilidade a partir de seu próprio aprendizado. Aqui, a palavra-chave é autonomia.

Pedagogia Montessori

  • Maria Montessori foi a primeira mulher italiana a se formar em medicina, ela dizia que o ambiente precisa ser rico em estímulos que despertem o interesse para a atividade e convidem a criança a conduzir suas próprias experiências. A pedagogia montessoriana acredita que a concentração e o desenvolvimento infantil acontecem através da manipulação de objetos. Na sala de aula, tudo deve estar à altura das mãos das crianças e o professor é considerado um guia para o aprendizado.
  • 1. Crianças aprendem com aquilo que está a seu redor.
  • 2. Se você critica muito uma criança, ela aprenderá a julgar.
  • 3. Se você elogia uma criança com frequência, ela aprenderá a valorizar.
  • 4. Se a criança é tratada com hostilidade, ela aprenderá a brigar.
  • 5. Se você for justo com a criança, ela aprenderá a ser justa.
  • 6. Se você frequentemente ridicularizar a criança, ela se transformará em uma pessoa tímida.
  • 7. Se a criança cresce sentindo-se segura, aprenderá a confiar nos outros.
  • 8. Se você denigre a criança com frequência, ela desenvolverá um sentimento de culpa que não é saudável.
  • 9. Se as ideias da criança são aceitas regularmente, ela aprenderá a se sentir bem consigo mesma.
  • 10. Se você for condescendente com a criança, ela aprenderá a ser paciente.
  • 11. Se você elogia o que a criança faz, ela conquistará autoconfiança.
  • 12. Se a criança vive em uma atmosfera amigável, sentindo-se necessária, aprenderá a encontrar o amor no mundo.
  • 13. Não fale mal de seu filho ou filha, nem quando ele ou ela estiver por perto, nem se estiver longe.
  • 14. Concentre-se em desenvolver o lado bom da criança, de maneira que não sobre espaço para o lado mau.
  • 15. Escute sempre a seu filho e o responda quando ele quiser fazer uma pergunta ou comentário.

 

Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br