Posts com a Tag “mãe”

18/jan

As coisas que as mães sentem após o parto.

em Sonho Mágico

O pós-parto é um momento turbulento de adaptação para mãe e bebê. As mudança somadas à privação de sono e os hormônios do puerpério fazem com que nós, mulheres, tenhamos sentimentos confusos sobre aquilo que deveria ser o momento mais feliz de nossas vidas. Conheço mulheres que planejaram por anos terem filhos e, de repente, se encontram pensando “por que eu quis isso mesmo?”.

A boa notícia é que esses pensamentos são mais comuns do que a gente imagina. Mas se fala pouco sobre o tema porque muita gente se sente mal em verbalizar esses sentimentos: 1. por medo do julgamento e 2. porque a gente não consegue entender muito bem de onde ele vem. E verbalizá-lo parece que o tornará real.

Mas, porque sofremos caladas, acabamos levando outras mulheres a sofrerem por acharem que são as únicas nesse turbilhão de sentimento tão feios. Mas ninguém está sozinha nessa.

Então, se você é uma mãe de recém-nascido e tem se pegado pensando coisas que parecem ruins, tenho três recados para você:

1. Não é o seu coração falando. São os hormônios + a privação de sono. O seu amor não é medido pela presença ou ausência desses pensamentos.

2. Esses pensamentos se tornarão cada vez menos frequentes à medida que você se adaptar melhor à rotina que a chegada do bebê trouxe a você.

3. Se você se sentir presa nos pensamentos negativos sem achar forças para sair deles, procure ajuda médica.

Alguns dos pensamentos comuns à maioria das mulheres após o parto

– Por que eu quis ser mãe? O que eu fui fazer? Minha vida nunca mais será a mesma.
Você quis ser mãe porque é maravilhoso. E a sua vida nunca mais será a mesma de verdade. Vai ser melhor! Você vai aprender a lidar com toda essa rotina louca e diferente. Mas principalmente, vai aprender a amar essa rotina louca e diferente. Além do mais, logo essas crianças crescem e você volta para a agenda que a vida com filhos não poderia ter.

– Será que estou fazendo tudo errado mesmo? Já que todo mundo tem um palpite melhor para dar?
Os palpites sempre vão aparecer de todos os lados. Eles podem até ajudar, mas cabe a você avaliar o que acha relevante. O bebê é seu, você tem a capacidade de cuidar dele. Acredite mais em você! 

– Será que é normal ele chorar tanto?
Bebês choram e a gente fica meio desesperado quando acontecem as primeiras crises. É normal! Colo, carinho, amor e leite materno tendem a ser o melhor remédio. E mesmo assim o choro pode durar bastante. Vai dar tudo certo! Se algo parecer muito errado para você, procure o médico.

– Quero chorar!
Todas nós queremos – e choramos – muitas vezes. Quando estamos no banho, deitadas na cama, no quarto amamentando. A gente chora o cansaço, as dúvidas, as dores… E chorar faz bem!

– Não sei se já amo com todo aquele amor que as pessoas falam
Talvez você olhe para o seu bebê e pense “ok, eu o amo. Mas não entendi ainda esta história de incondicional e incomparável”. É normal. O amor vai crescer ao longo do tempo. Acontece com muitas pessoas!

– Não vou dar conta
Por mais que pareça que não, acredite: você vai dar conta, sim! Ser mãe te mostrará que você é mais forte do que jamais imaginou. Tem dias que você vai pensar “eu estou tão cansada que, se ele chorar de madrugada, eu não vou conseguir levantar” e mesmo assim você acordará e dará de mamar.  Quando você achar que chegou ao limite das suas forças, da sua paciência, da sua capacidade, verá que pode ir mais além, mesmo que seja difícil, você vai conseguir!

Fonte: Mel Moro

https://maternidadesimples.com.br/coisas-as-mae-sentem-apos-o-parto/

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27/ago

O que o seu filho já pode fazer em casa para ajudar nas tarefas domésticas

em Sonho Mágico

Roupa

Se você já parou para pensar em que momento poderia pedir para o seu filho contribuir com algumas tarefas de casa, saiba que essa ajuda pode começar mais cedo do que imagina. Mesmo com pouca idade, a criança já possui capacidade motora suficiente para desempenhar uma série de atividades. E isso é importante para ela, pois, quando é incluída em tarefas domésticas, passa a participar da dinâmica familiar e percebe como as atividades feitas pelos pais são difíceis, valorizando mais esses momentos.
Mas, claro, tudo tem o tempo certo. Por isso, se você quer ter a companhia do seu filho para algumas tarefas, saiba que é preciso respeitar o desenvolvimento dele. E o mais importante: que esse momento seja gostoso para a criança (e para você, que acabou de ganhar um parceiro para ajudá-la um pouquinho). Abaixo, uma lista sobre a melhor época para ele começar a desempenhar cada atividade. Inspire-se!

2 anos
Uma das melhores maneiras de introduzir a criança nas tarefas de casa é por meio daquilo que está mais perto dela no momento, ou seja, os brinquedos. Sente-se ao lado de seu filho e arrume-os por tipo, tamanho ou cor, fazendo com que a própria atividade se torne uma brincadeira. Aos poucos, ele vai entender o conceito de organização.

3 e 4 anos
Nessa faixa etária, você já pode incentivar o seu filho a arrumar a mochila da escola e levar o prato de comida até a pia. Você também pode pedir para que ele ajude-o a organizar alguns objetos da casa – levando-os ao lugar certo e colocando dentro de um armário (sempre com sua supervisão nesse momento, claro!). Pode ser o par de sapatos ou roupas, por exemplo.

De 5 a 7 anos
Aqui a criança já começa a entender melhor as noções de responsabilidade e cuidado. Então, você pode orientá-la a esvaziar o lixo do banheiro, por exemplo, sem que ela espalhe tudo no chão ou queira pegar algo de dentro do cesto. Seu filho pode ainda tentar arrumar a cama e dobrar algumas roupas. Outra tarefa que você pode delegar – e que ele vai adorar – é a de regar as plantas.

Acima de 8 anos
Nesta idade, seu filho já tem mais habilidades motoras e é capaz de desempenhar algumas funções maiores sem cometer acidentes (como derrubar e quebrar objetos). Ele consegue ajudar a arrumar a mesa para as refeições, a carregar as compras do supermercado e a limpar o quarto. Da mesma forma com que acontece com a planta, a criança pode ajudar a cuidar de um animal de estimação. Com mais alguns anos, pode até ajudar a cuidar de um irmão mais novo.

Fontes: http://revistacrescer.globo.com

Luiz Guilherme Araújo Florence, pediatra; Léa Albertoni, diretora da Escola Paulistinha, mantida pela Unifesp (SP), e Tânia Shimoda Sakano, pediatra

 

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